
A ação trata de um contrato firmado em 2004 entre o governo e a agência de publicidade Agilitá, uma das quinze contratadas por Zeca enquanto esteve no poder. A Agilitá foi contratada para fazer folhetos e panfletos de propaganda oficial. Para imprimir o material, subcontratou uma gráfica chamada Sergraph. O serviço nunca foi feito, mas foi pago. Só nesse caso, o MP pede à Justiça a que o estado seja ressarcido em 436.000 reais. Em 2005 e 2006, essa mesma gráfica emitiu nada menos que 4 milhões de notas fiscais de supostos trabalhos feitos para o governo, o que equivale a 5.500 notas por dia. Os promotores estimam que 80% delas sejam frias. Segundo os promotores, Zeca do PT foi o "autor intelectual" do esquema. Por isso, denunciaram-no por improbidade administrativa, uso de documentos falsos e peculato – desvio de dinheiro cometido por funcionário público´´.
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