domingo, 5 de dezembro de 2010

LIVRO PROIBIDO - O CHEFE- DIVULGUEM ! CAP. N° 39.


Veja a galhofa que

circula na internet: Uma Historinha de Inocência










De Pedro de Lara para Renan












Para o presidente que não quer largar o osso do Congresso,

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uma frase do imortal Pedro de Lara, que










ontem ficou definitivamente eternizado após a morte:











"Corrigir o incorrigível é buscar o impossível."












A frase é perfeita para Renan Calheieros -

considerado um cadáver político insepulto.











Fora, Renan!


Senadores de seis partidos - PSDB, DEM,








PSOL, PSB, PDT e até do PMDB -

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acertaram nesta quinta-feira uma










mobilização para forçar a saída de








enan Calheiros da presidência do Senado.










O grupo, que se auto-denominou










"Grupo de Aliados da Ética",










afirmou que não participará mais









de reunião de líderes enquanto









Renan estiver na presidência.










Os senadores decidiram que

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só vão votar agora uma "pauta seletiva".









Não serão mais analisados por eles,







por exemplo, medidas provisórias que










liberem créditos extraordinários para o governo.











Apelo infrutífero


Renan Calheiros foi abordado por








Cristovam Buarque (PDT-DF), que pediu seu afastamento:












"Depois de ter ganho ontem,









seria extremamente positivo que

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Vossa Excelência renunciasse










à presidência do Senado.










Daria paz à Casa e permitiria










que ela voltasse a funcionar parnós cicatrizarmos todas as feridas.











A renúncia deve ser um









gesto voluntário e de grandeza".










Renan limitou-se a responder:




"Estamos numa democracia.

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A democracia permite gestos









como o de Vossa Excelência".










A vingança de Jefferson


O presidente do PTB, Roberto Jefferson,










avalia que a absolvição do presidente











do Senado foi ruim para o Brasil,









para o Congresso e para o próprio Calheiros.











"Ele deveria ter saído da presidência

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logo que surgiu a acusação contra ele.









Renan errou envolver os companheiros,









os amigos dele na sua luta pessoal,










envolveu o Senado da República e por último o governo,












que fez tudo para salvá-lo. Ele desgastou a si,











o Senado da República e o governo federal".












Jefferson compara os 40 votos que absolveram










Renan Calheiros aos "40 ladrões",









número de supostos envolvidos no

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escândalo do mensalão, e











dá uma cutucada em Lula:











"O governo fez tudo para me










cassar porque eu denunciei o mensalão.








Fui cassado porque não provei o mensalão.











O mensalão foi acolhido por unanimidade











no Supremo Tribunal Federal.












E o governo fez ao contrário,













tudo para salvar o Renan.











São dois pesos e duas medidas,

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porque o governo fez isso,


só perguntando ao Lula".












Requienscat in pacen


A líder do governo no Congresso,








senadora Roseana Sarney (PMDB-MA),











deu uma sugestão brilhante para o senador Renan:












Que ele tire uns 15 ou 20 dias de férias, para descansar.













Não é que essa idéia de














"descansar em paz"












seria uma boa para Renan...

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